terça-feira, 7 de julho de 2020

Flávio do Teté aparece na lista do TCE/PI com contas reprovadas e irregulares; está provisoriamente inelegível e fora das eleições 2020

Flávio do Teté inelegível nas eleições 2020 

Com as prestações de contas reprovadas e outras irregulares com base em julgamentos do Tribunal de Contas do Estado – TCE/PI, o ex-vendedor de água mineral, ex-vereador e ex-prefeito por dois mandatos em Alto Longá (PI), Flávio Campos Soares, o Flávio do Teté, entrou para a lista provisória dos políticos inelegíveis, ou seja, talvez não podendo ser candidato a nenhum cargo eletivo nas eleições de 2020.

Ele consta na lista dos julgamentos da Corte, transitados em julgado, dos últimos oito anos, considerando a data da realização das eleições em 2020.


A relação definitiva, com as devidas atualizações, será enviada até o dia 15 de agosto para o Tribunal Regional Eleitoral, tendo em vista que compete à Justiça Eleitoral declarar a inelegibilidade ou não de um responsável que conste da lista encaminhada pelo TCE/PI. Leia aqui.

Em afronta à moralidade administrativa na Prefeitura Municipal de Alto Longá, o prefeito Henrique César de Arêa Leão Costa (PSD) nomeou Flávio Campos Soares, o Flávio do Teté para exercer o cargo de secretário Municipal de Obras e Infraestrutura, mesmo sendo considerado um péssimo gestor, já que teve as prestações de contas reprovadas, além de outras contas irregulares pelo TCE/PI. Agora, estranhamente o blogdoademarsousa.com.br verificou a lista de secretários da gestão Henrique César e constatou que Flávio do Teté não ocupa mais a pasta de obras. Segundo informações extraoficiais de fontes repassadas ao blog, o prefeito Henrique César foi pressionado pelos vereadores de mandato e pré-candidatos a vereador e, por isso, teve que demitir Flávio do Teté diante da suspeita de favorecimento a pré-candidatura de sua mulher Maria do Socorro Sousa Campos Soares, que disputa pela primeira vez uma vaga na Câmara Municipal de Alto Longá.  O portal da Transparência de Alto Longá está fora do ar. Atenção, Ministério Público do Piauí!

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