quarta-feira, 8 de junho de 2022

Alepi: Teresa Britto afirma que Lei do Parto tem o apoio de entidades da saúde

A deputada ressaltou que a Lei foi proposta pela Associação Brasileira de Mulheres Advogadas no Piauí 

Foto: Reprodução (Alepi)

A deputada Teresa Britto (PV) voltou a defender, nesta quarta-feira (8), o aperfeiçoamento da Lei 7750/22, chamada de Lei do Parto Humanizado. A oradora declarou que a lei foi proposta pela Associação Brasileira de Mulheres Advogadas, seção do Piauí, e tem o apoio de várias entidades da área de saúde, que representam, dentre outras, as categorias dos médicos obstetras e psicólogos. 

Teresa Britto disse que essas entidades consideram um avanço para o Piauí a aprovação de uma lei que garante a proteção da saúde das parturientes nos estabelecimentos de saúde. 

A parlamentar do Partido Verde defendeu que os médicos e outros profissionais apresentem sugestões visando a reformulação da lei durante a reunião que ocorrerá na próxima segunda-feira (13) na Assembleia Legislativa do Piauí-Alepi  para tratar do assunto. 

A oradora pediu ainda que “acabem com essa palhaçada” de querer a revogação da lei, assinalando que “é bom que não se faça política em cima dessa lei”. 

Acrescentou a deputada que a lei não criminaliza ninguém e visa somente a proteção da parturiente e do recém-nascido para que não tenham a saúde comprometida. “A gestante será assistida por uma pessoa de sua escolha, mas sempre sob a orientação de um médico e de uma enfermeira”, disse ela. 

Teresa Britto declarou que a doula, que é a pessoa que assistirá a parturiente, não poderá fazer qualquer procedimento privativo de profissional de saúde e que a lei não estabelece que ela receberá algum tipo de remuneração. 

“Em nenhum momento chegou a esta Casa alguma contribuição dos médicos para melhorar a lei”, afirmou Teresa Britto, dizendo que uma médica quase chegou a lhe bater ontem (7) porque defende a revogação da lei e estava descontrolada. 

Teresa Britto considera arrogante a atitude de médicos que defendem a revogação da lei e ressaltou que sua luta é no sentido de que as gestantes tenham um parto seguro sem nenhuma intercorrência. (J. Barros/Alepi) 

 

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