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| Advogado Jorge Lopes |
Demonstrando preparo e compromisso com o Piauí, o presidente Estadual do PSDB, advogado Jorge Lopes, está levando a sério a pré-candidatura para disputar uma vaga no Senado nas eleições de outubro próximo. Recentemente, Jorge Lopes fez visita ao Senado Romano, na Itália.
Em texto direto ao assunto, Jorge Lopes destaca a importância do Senado Federal e alerta ao eleitorado para uma reflexão diante do atual cenário político nacional e, sobretudo, no Piauí, em se tratando da possibilidade de renovação com mudanças na escolha das duas vagas no Senado Federal.
Jorge Lopes chama a atenção quando afirma que “o trem da história está passando” e “não estamos diante de uma eleição comum”, que funcionam bem em comunicação política. Mais adiante, ele enfatizou: “Não podemos continuar como espectadores.”
É hora de mudança. Estamos diante de uma derrocada institucional preocupante, cuja reversão passa pelas eleições de 2026. Esse momento pode representar um verdadeiro ponto de inflexão para o país.
Inspirados pelos ensinamentos de Wall Ferraz — “Pensar e realizar sob o ponto de vista comunitário e da justiça social” — devemos agir com coragem, espírito público, responsabilidade e visão de futuro.
É com essa convicção, com fé e independência, que coloco meu nome à disposição do Piauí, Leia abaixo o artigo de Jorge Lopes:
O SENADO ROMANO E O PIAUÍ NO SENADO
O Senado Romano foi a instituição política mais duradoura e influente da Roma Antiga. Criado há cerca de 2.800 anos, ainda no período monárquico, tinha entre suas atribuições a escolha dos reis. Essa fase terminou em 506 a.C., quando teve início o período republicano, ocasião em que o Senado alcançou o auge de seu poder.
A história do Senado Romano permanece preservada no complexo arquitetônico situado no Monte Palatino, em Roma, que abrange o Coliseu, o Fórum e o próprio Senado.
No Brasil, a instalação do Senado Federal completará 200 anos no primeiro semestre deste ano. Por isso, a renovação dos mandatos de dois dos três representantes do Estado do Piauí será crucial para a próxima legislatura, pois os piauienses poderão romper com a mesmice atual, marcada por senadores que se afastam das competências definidas na Constituição Cidadã e da efetiva defesa dos interesses do Estado.
Para tanto, cabe trazer à colação os ditames do art. 52 da Constituição Federal, que estabelece as competências dos senadores no exercício de seus mandatos, entre as quais se destacam: processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República, os Ministros do STF, o Procurador-Geral da República e os membros do CNJ e do CNMP nos crimes comuns e de responsabilidade; sabatinar ministros do TCU, ministros de Estado, diretores do Banco Central e embaixadores; aprovar pedidos de empréstimos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; convocar CPIs; e fiscalizar o Poder Executivo.
No Piauí, porém, os atuais detentores de mandato, que buscam permanecer por mais oito anos, não assinaram nenhum dos 48 pedidos de impeachment de ministros do STF em tramitação na Câmara Alta e tampouco estão presentes nas CPMIs do INSS e do Banco Master, que trazem à luz a podridão instalada nos poderes da República.
O trem da história está passando. não podemos continuar como espectadores. O mundo mudou, e nós precisamos mudar com ele.
No Piauí, falta uma agenda voltada à defesa dos projetos estruturantes do Estado, tarefa que, no sistema federativo, cabe aos senadores eleitos.
Não estamos diante de uma eleição comum. Estamos diante da escolha entre continuarmos com a atuação inerte dos atuais senadores frente às competências constitucionais ou fazermos, nas urnas, a mudança daqueles que findarão seus mandatos, trazendo a lume a essencial da democracia: a alternância nos poderes.
Precisamos reequilibrar as funções dos 3 poderes. Somente instituições sólidas, equilibradas e independentes podem fazer isso.
É hora de mudança, pois estamos diante de uma derrocada institucional sem precedentes, sendo crucial a sua reversão nas eleições de 2026, representando um ponto de inflexão. Caso contrário, no futuro, nem mesmo a eleição de Péricles de Atenas, Mahatma Gandhi ou Francisco de Assis seria capaz de pôr fim ao descalabro institucional vigente.
Destarte, o que nos move são os ensinamentos de Wall Ferraz, inscritos na base de sua estátua, na Avenida Frei Serafim: “Pensar e realizar sob o ponto de vista comunitário e da justiça social”.
É momento de coragem, espírito público, responsabilidade e visão de futuro.
É com esta convicção, com fé e independência que coloco meu nome à disposição do Piauí.
Jorge Lopes
Pré-candidato do PSDB ao Senado

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